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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Postagem interessante !!!

O uso das figuras geométricas em questões algébricas


O conceito de produtos notáveis apareceu na Grécia em contextos de álgebra geométrica, ferramenta bastante empregada pelos gregos para lidar com situações que envolvessem números irracionais.

A álgebra geométrica grega nos foi transmitida principalmente por meio do livro II da obra Os elementos de Euclides (325-265 a.C.). Entretanto, é muito provável que a álgebra dos primeiros gregos ― desde os pitagóricos (século VI a.C.) até Euclides, Arquimedes (287-212 a.C.) e Apolônio (262-190 a.C.) ― já era geométrica, o que estabeleceu uma verdadeira tradição de situações essencialmente algébricas, bem como daquelas que envolviam números irracionais.

Vários fatores podem ser associados a essa tradição, dentre eles a dificuldade de lidar, na época, com números irracionais e números racionais; inexistência de uma notação algébrica satisfatória (que surge somente no século XVI d.C.) e o avanço enorme da Geometria (que levaria de forma natural a emprega-la sempre que possível na representação de situações matemáticas). Portanto, era natural para os matemáticos gregos desse período adotar um estilo geométrico para o qual tinham gosto e habilidade.

No livro II de Os elementos se encontram algumas identidades algébricas, tais como:

(a + b)² = a² + 2ab + b²
(a + b)(a – b) = a² - b²
4ab + (a – b)² = (a + b)²

Entretanto, essas identidades não eram apresentadas dessa forma, pois, na época, não havia essas notações. Os gregos, desde os pitagóricos até a época de Euclides, pensavam nessas situações geometricamente.

Por exemplo, o produto “ab” era visto como um retângulo de base “a” e altura “b”. Assim a identidade (a + b)² = a² + 2ab + b² era pensada em termos do diagrama apresentado na figura abaixo:
e enunciada da seguinte maneira:

“Se uma reta é dividida em duas partes quaisquer, o quadrado sobre a linha toda é igual aos quadrados sobre as duas partes, junto com duas vezes o retângulo que as partes contêm”.

Euclides deixou registrado esse resultado pitagórico na proposição 4 do livro II de Os elementos e a prova é dada diretamente pela interpretação geométrica da situação.


Na figura, “o quadrado sobre a linha toda” é o quadrado de ABDE, “os quadrados sobre as duas partes” são os quadrados de áreas a² e b² (em azul) e “duas vezes o retângulo que as partes contêm” são dois retângulos de área “ab” (em verde).

Essa proposição (4) é representativa da forma como os problemas que envolvem álgebra eram concebidos e apresentados. Seguramente, as tentativas de expressão de todas as situações algébricas surgidas naquela época, segundo a álgebra geométrica, podiam levar a construções muito complicadas. Em virtude disso, a álgebra geométrica necessita mais do que texto escrito para que seja bem entendida, por isso o uso de figuras.  


FONTE : http://romirys.blogspot.com.br/2012/10/o-uso-das-figuras-geometricas-em.html

FRACÕES ALGÉBRICAS







FONTE : http://www.auladoguto.com.br

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Piadas Matemáticas


O estudante, cansado de assistir aulas de Matemática, levanta a mão e confronta o professor:
- Eu acho que a gente nunca vai usar essas coisas na vida real.
O professor sorri e responde:
- É verdade, especialmente se a sua vida real não for nada mais que servir café na lanchonete.


Geometria Analítica: Circunferência Condições de tangência entre reta e circunferência Dados uma circunferência e um ponto P(x, y) do plano, temos: a) se P pertence à circunferência, então existe uma única reta tangente à circunferência por P b) se P é exterior à circunferência, então existem duas retas tangentes a ela por P c) se P é interior à circunferência, então não existe reta tangente à circunferência passando pelo ponto P

Geometria Analítica: Circunferência
Fonte:http://www.somatematica.com.br/
   
Condições de tangência entre reta e circunferência
   Dados uma circunferência e um ponto P(x, y) do plano, temos:
a) se P pertence à circunferência, então existe uma única reta tangente à circunferência por P
b) se P é exterior à circunferência, então existem duas retas tangentes a ela por P
c) se P é interior à circunferência, então não existe reta tangente à circunferência passando pelo ponto P

Circunferência

Geometria Analítica: Circunferência
Fonte:http://www.somatematica.com.br/
   
Posição de uma reta em relação a uma circunferência
   Dadas uma reta s: Ax + Bx + C = 0 e uma circunferência de equação
 ( x - a)2 + ( y - b)2 = r2, vamos examinar as posições relativas entre s e :
    Também podemos determinar a posição de uma reta em relação a uma circunferência calculando a distância da reta ao centro da circunferência. Assim, dadas a reta s: Ax + By + C = 0 e a circunferência :
(x - a)2 + ( y - b )2 = r2, temos:
Assim:
Determinação do centro e do raio da circunferência, dada a equação geral
Fonte: http://www.somatematica.com.br/
   Dada a equação geral de uma circunferência, utilizamos o processo de fatoração de trinômio quadrado perfeito para transformá-la na equação reduzida e , assim, determinamos o centro e o raio da circunferência.
   Para tanto, a equação geral deve obedecer a duas condições:
  • os coeficientes dos termos x2 e y2 devem ser iguais a 1;
  • não deve existir o termo xy.
   Então, vamos determinar o centro e o raio da circunferência cuja equação geral é x2 + y2 - 6x + 2y - 6 = 0.
   Observando a equação, vemos que ela obedece às duas condições. Assim:
  • 1º passo: agrupamos os termos em x e os termos em y e isolamos o termo independente
x2 - 6x + _ + y2 + 2y + _ = 6
  • 2º passo: determinamos os termos que completam os quadrados perfeitos nas variáveis x e y, somando a ambos os membros as parcelas correspondentes
  • 3º passo: fatoramos os trinômios quadrados perfeitos
( x - 3 ) 2 + ( y + 1 ) 2 = 16
  • 4º passo: obtida a equação reduzida, determinamos o centro e o raio
Posição de um ponto em relação a uma circunferência
   Em relação à circunferência de equação ( x - a )2 + ( y - b )2 = r2, o ponto P(m, n) pode ocupar as seguintes posições:
a) P é exterior à circunferência
b) P pertence à circunferência
c) P é interior à circunferência
    Assim, para determinar a posição de um ponto P(m, n) em relação a uma circunferência, basta substituir as coordenadas de P na expressão ( x - a )2 + ( y - b )2 - r2:
  • se ( m - a)2 + ( n - b)2 - r2 > 0, então P é exterior à circunferência;
  • se ( m - a)2 + ( n - b)2 - r2 =    0, então P pertence à circunferência;
  • se ( m - a)2 + ( n - b)2 - r2 < 0, então P é interior à circunferência.

Circunferência

Geometria Analítica: Circunferência
Fonte:  http://www.somatematica.com.br/
 
Equações da circunferência
Equação reduzida
    Circunferência é o conjunto de todos os pontos de um plano eqüidistantes de um ponto fixo, desse mesmo plano, denominado centro da circunferência:
   Assim, sendo C(a, b) o centro e P(x, y) um ponto qualquer da circunferência, a distância de C a P(dCP) é o raio dessa circunferência. Então:
    Portanto, (x - a)2 + (y - b)2 =r2 é a equação reduzida da circunferência e permite determinar os elementos essenciais para a construção da circunferência: as coordenadas do centro e o raio.
Observação: Quando o centro da circunfer6encia estiver na origem ( C(0,0)), a equação da circunferência será x2 + y2 = r2 .

Equação geral
   Desenvolvendo a equação reduzida, obtemos a equação geral da circunferência:
    Como exemplo, vamos determinar a equação geral da circunferência de centro C(2, -3) e raio r = 4.
   A equação reduzida da circunferência é:
( x - 2 )2 +( y + 3 )2 = 16
   Desenvolvendo os quadrados dos binômios, temos:




Circunferência

domingo, 12 de agosto de 2012

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Operações com Monômios

Agradecimentos ao site : http://www.auladoguto.com.br/ que tem ótimos videos de matemática .