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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

O Incentro

O Incentro

A bissetriz de um ângulo interno de um triângulo é a semi-recta interior do ângulo que o divide em dois ângulos geometricamente iguais.

As bissetrizes dos ângulos internos dum triângulo interceptam-se num ponto chamado incentro I, que está à mesma distância (equidistante) dos lados do mencionado triângulo e é o centro de uma circunferência inscrita no mesmo.



O Ortocentro

O Ortocentro

A altura de um triângulo é o segmento perpendicular compreendido entre o vértice e o lado oposto.

Um triângulo admite três alturas.

As alturas (Ha,Hb e Hc) de um triângulo interceptam-se num ponto H,chamado ortocentro.



O Baricentro

O Baricentro

A mediana de um triângulo é o segmento de reta que une um vértice e o ponto médio do lado oposto.

Um triângulo admite três medianas.

As medianas de um triângulo interceptam-se num ponto chamado baricentro que dista dois terços do vértice da mediana correspondente (Teorema de Ceva).



O baricentro é o centro de gravidade do triângulo. Isto quer dizer que, se suspendermos um triângulo de material homogéneo pelo seu baricentro, ele fica em equilíbrio.






equação fracionária

Toda equação fracionária possui no seu denominador uma incógnita. Devemos sempre observar as restrições, pois não podemos ter divisões por zero.
A equação abaixo é um exemplo de equação algébrica fracionária que possui restrições:

Resolução de uma Equação Algébrica Fracionária

Exemplo 1

Exemplo 2

Exemplo 3

A densidade de um corpo de massa igual a 600 g e volume x cm³ e diminuída de 50g/cm³ é igual a 100g/cm³. Qual é o volume desse corpo?

Frações Algébricas

Frações Algébricas

O cálculo de frações algébricas utiliza o mesmo processo do cálculo das frações numéricas, admitindo-se sempre que o denominador não seja nulo, ou seja, diferente de zero.

Simplificação de frações algébricas:

Simplificar uma fração algébrica é obter uma fração mais simples equivalente.

Para simplificar uma fração, fatoramos o numerador e o denominador.

Exs:





video

O Princípio de Indução Completa

O Princípio de Indução Completa

As ciências naturais utilizam o método chamado de indução empírica para formular leis que devem regar determinar fenômenos a partir de um grande número de observações particulares, selecionadas adequadamente. Este tipo de procedimento, embora não seja logicamente correto, é freqüentemente satisfatório: por exemplo, ninguém duvidaria de que quando um corpo é liberado ao seu próprio peso, no vácuo, na superfície da Terra, ele cai segundo a vertical local.

A validade de um teorema matemático se estabelece de forma totalmente diferente. Verificar que uma certa afirmação é verdadeira num grande número de casos particulares não nos permitirá concluir que ela é válida em geral. Com efeito, dada a expressão f(n) = n²-n+41, considere a seguinte afirmação: para cada inteiro positivo n, o valor de f(n) é um número primo (estamos supondo aqui que o leitor está familiarizado com a noção de número primo. Para n = 1 temos que f(1) = 41. Da mesma forma, f(2) = 43, f(3)=47, caso fossemos fazendo estas contas poderíamos verificar que a afirmação é verdadeira para os primeiros 40 valores de n. Porem para n= 41 temos que f(41) = 41x41 que não é um número primo. Consideremos então uma afirmação como a seguinte: a soma dos n primeiros inteiros positivos é igual a n(n+1), ou símbolos: 2

1 + 2 + 3 +...+ n - n(n+1)

2

Como verificar sua validade ? Evidentemente, é impossível demonstra-la em todos os casos particulares.

Para demonstrar a verdade deste tipo de propósito, que na realidade é uma seqüência infinita de proposições, uma para cada inteiro positivo - Introduziremos o chamado método de recorrência ou de Indução completa. Para isso, começaremos demonstrando o seguinte resultado:

Teorema - Sejam a um Inteiro dado e S um conjunto de inteiros maiores ou iguais a que tem as seguintes propriedades:

(i) a ÎS

(ii) Se um Inteiro k >= a pertence a S, então k+1 também pertence a S

Então S é o conjunto de todos os Inteiros maiores ou iguais a a

Demonstração

Suponhamos que a afirmação seja falsa. Então, o conjunta S’ dos Inteiros maiores ou iguais a a que não pertencem a S e não vazia (e limitado inferiormente por a). Conforme me a proposição existe m = mim S’.

Como a ÎS certamente a < a ="<">

Ainda, m-1 Ï S’, isto é, m-1 Î S. Conforme a propriedade (ii), ter-se-á então que m= (m-1)+i Î S, uma contradição, já que m Î S'.

Princípio de Indução Completa – 1ª.forma

Seja a um Inteiro dado. Suponhamos que para cada inteiro n >= a está dada uma afirmação A(n) de forma tal que:

(I) A(a) é verdadeira.

(II) Se para um Inteiro k>= a. A(k) é verdadeira, então A(k+1) é verdadeira.

Então a afirmação A(n) é verdadeira para todo Inteiro n >= a

Demonstração

Basta considerar o conjunto S dos Inteiros n >= a para os quais A(n) é verdadeira e verificar que está nas condições do teorema anterior. Assim, S contém todos os inteiros maiores ou iguais a a e segue a tese.

Exemplo - Provaremos agora que a formula

1 + 2 + ... + n =

é verdadeira para todo n >= 1

Para n= 1 a fórmula acima dá 1 = (1+1), 1=1.

2

Assim nossa afirmação é verdadeira para n=1. Deveremos mostrar agora que, se a afirmação é verdadeira para n= k, então também a verdadeira para n= k+1.

Estamos admitindo então como verdadeiro que

1+ 2 + ... + k = k( k+1)

2

Somando k + 1 a ambos os membros desta Igualdade temos:

1 + 2 +...+ k + (k+1) = k(k+1) + (k+1) a k(k+1) + 2(k+1)

2 2

é,

1 + 2 +...+k+(k+1) - (k+1) (k+2)

2

que é a fórmula correspondente a n = k+1, cuja validade queríamos demonstrar.

Os Famosos Juros

Calculando juros simples

Calcular juros nem sempre é tarefa fácil. Existem diferentes tipos de juros e cálculos e formulas especíicas para cada um deles. Neste estudo você irá aprender como calcular juros e entender a diferença entre juros simples e juros compostos.

Juros Simples

é a importância cobrada por unidade de tempo, pelo empréstimo de dinheiro, expressa como porcentagem da soma emprestada.


Noção Intuitiva e Nomenclatura Usual

Em "A quantia de R$ 2.000,00, emprestada a 10% ao ano, durante 3 anos, rendeu R$ 600,00 de juros simples".

O raciocínio é:
Se o capital 100 produz 10 em um ano, então o capital 2.000 produzirá 600 em 3 anos.

Temos os seguintes dados:

O Capital é 99K C = 2:000
A Taxa é 99K i = 10(em % ao ano)
O tempo é 99K t = 5(em anos)
Os juros são 99K J = 600

Observações:
Denominamos juros simples aqueles que não são somados ao capital, durante o tempo em que foi empregado.

Se a taxa "i" for referida ao ano, m^es, dia etc, o tempo "t" também deveria ser tomado correspondentemente em anos, meses, dias, etc.

Para efeito de cálculo o ano é considerado de 12 meses de 30 dias cada.

Técnica Operatória

Os problemas envolvendo juros simples, na verdade são de Regra de três composta, que obedecem ao seguinte esquema;
Grandezas

100... i... l
C... j.... t

Interpretação

Se o capital 100 produz i em 1 ano, então; o capital "c"produzirá "j" em "t" anos.

Quando resolvemos isolando "j", temos:

J = C.i.t
-----
100

Exemplos de cálculo de juros

1. Quanto renderia um capital de R$ 5.000,00 empregando a taxa de 5% a:a, em regime de juros simples, durante 3 anos?

Temos:

C = 5000;
I = 5;
T = 3;

Substituindo os respectivos valores na formula, temos:

J = 5000.5.3 = 750
--------
100

Assim, teria um rendimento de R$ 750,00.