MATEMÁTICA CURIOSA
É papel do educador combater o medo de errar que inibe, as possibilidades de realização e satisfação. "Prof. Marcondes Diniz Martins"
terça-feira, 15 de maio de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
Curiosidade sobre o numero 7
Postado por
BETÃO
O porque do traço no número 7

Até os dias de hoje, muita gente, quando
escreve o numero 7, ainda coloca um pequeno tracinho no número.
Oficialmente, este pequeno traço não existe, como dá para constatar,
digitando a tecla 7 do teclado do seu computador, calculadora ou
qualquer outro aparelho que possua teclado.
Vocês sabem a origem deste costume?
Para responder, temos que voltar muitos
séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e
lhe foram ditados os 10 mandamentos. Em voz alta, ele foi anunciando à
multidão, um por um.
Quando chegou no Sétimo Mandamento, Moisés disse:
_ Não desejarás a mulher do próximo…!
Um breve silêncio… E a multidão rompeu, gritando:
_ Risca o sete… risca o sete…! huahauhauahuahuahua
*****************
Agora sem piadinha… A origem verdadeira
é por causa da quantidade de ângulos. Os chamados números arábicos
foram na verdade inventados pelos fenícios, mas os árabes que
popularizaram eles. Todos os números arábicos têm relação com a
quantidade de ângulos que eles representam.
Update:
Agora eu entendi a explicação acima. Veja a imagem e entenda-a:

O número corresponde com a quantidade de ângulos… sakou?
terça-feira, 3 de abril de 2012
RAZÕES E PROPORÇÕES
Postado por
BETÃO
Sempre que me perguntam: “qual é a diferença entre razão e fração?”, eu recorro aquele clássico exemplo da relação candidato/vaga no vestibular.
Exemplificando: Quando ouvimos a frase ”no vestibular para Medicina da universidade X, a relação candidato/vaga é de 5 para 2”, estamos diante de uma razão, já que duas grandezas estão sendo comparadas: a quantidade de candidatos que se inscreveram no vestibular da universidade X, com a quantidade de vagas disponíveis nessa universidade.
Na verdade, o correto seria afirmar: a razão candidato/vaga é de 5 para 2. Mas, como se chegou à razão “ 5 para 2”? A tabelinha abaixo pode nos ajudar: Observe que os valores da primeira linha representam a razão inicial, isto é, 950 candidatos irão disputar as 380 vagas oferecidas pela universidade X, para o seu curso de Medicina. As linhas subseqüentes foram obtidas através da divisão (simplificação) dos valores das duas colunas pelo mesmo número natural, isto é, por 2, por 5 e por 19. Assim: 950/380 = 5/2 (razão 5 para 2 ) A igualdade acima é chamada de proporção, pois é uma igualdade entre duas razões.
Para essa igualdade vale a propriedade fundamental das proporções: O produto dos extremos é igual ao produto dos meios Isto é: 950 x 2 = 380 x 5 E a fração, como é que fica nessa historinha? Bem, a fração é apenas e, tão somente, uma divisão entre dois números. Vamos supor que desejamos dividir 5 por 2, ou seja, queremos descobrir quantos grupos de 2 elementos conseguimos formar num grupo de 5 elementos. A resposta para essa divisão é: podem ser formados 2 grupos de dois elementos e sobra 1 elemento.
Na forma decimal, pode-se escrever 2,5 – o que significa 2 grupos inteiros e metade de um grupo de 2 elementos. Essa divisão pode ser escrita também na forma de fração : 5/2 Para finalizar, vale estabelecer as seguintes definições: Fração é uma divisão entre dois números Razão é uma comparação entre duas grandezas Proporção é a igualdade entre duas razões
Fonte : http://matematicamania.wordpress.com/category/razao-e-proporcao/
quinta-feira, 22 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
UMA BRILHANTE PARÁBOLA!!!
Postado por
BETÃO
Aula de Administração
Adrian Rogers, 1931 Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que ele nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.
Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo. '
O professor então disse, "Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas."
Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam 'justas. ' Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que ninguém receberia um "A"...
Depois que a média das primeiras provas foram tiradas, todos receberam "B". Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos - eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi "D".
Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um "F".
As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por 'justiça' dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram o ano... Para sua total surpresa.
O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.
Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.
"Quando a recompensa é grande", ele disse, "o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós.
Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."
"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931
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