VÍDEOS INTERESSANTES
É papel do educador combater o medo de errar que inibe, as possibilidades de realização e satisfação. "Prof. Marcondes Diniz Martins"
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
segunda-feira, 10 de junho de 2013
sábado, 9 de março de 2013
domingo, 3 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Postagem interessante !!!
O uso das figuras geométricas em questões algébricas
O conceito de produtos notáveis apareceu na Grécia em contextos de
álgebra geométrica, ferramenta bastante empregada pelos gregos para lidar com
situações que envolvessem números irracionais.
A álgebra geométrica grega nos foi transmitida principalmente por meio
do livro II da obra Os elementos de Euclides (325-265 a.C.). Entretanto, é
muito provável que a álgebra dos primeiros gregos ― desde os pitagóricos (século
VI a.C.) até Euclides, Arquimedes (287-212 a.C.) e Apolônio (262-190 a.C.) ― já era
geométrica, o que estabeleceu uma verdadeira tradição de situações
essencialmente algébricas, bem como daquelas que envolviam números irracionais.
Vários fatores podem ser associados a essa tradição, dentre eles a dificuldade
de lidar, na época, com números irracionais e números racionais; inexistência
de uma notação algébrica satisfatória (que surge somente no século XVI d.C.) e
o avanço enorme da Geometria (que levaria de forma natural a emprega-la sempre
que possível na representação de situações matemáticas). Portanto, era natural
para os matemáticos gregos desse período adotar um estilo geométrico para o
qual tinham gosto e habilidade.
No livro II de Os elementos se encontram algumas identidades
algébricas, tais como:
(a + b)² = a² + 2ab + b²
(a + b)(a – b) = a² - b²
4ab + (a – b)² = (a + b)²
Entretanto, essas identidades não eram apresentadas dessa forma, pois,
na época, não havia essas notações. Os gregos, desde os pitagóricos até a época
de Euclides, pensavam nessas situações geometricamente.
Por exemplo, o produto “ab” era visto como um retângulo de base “a” e
altura “b”. Assim a identidade (a + b)² = a² + 2ab + b² era pensada em termos
do diagrama apresentado na figura abaixo:
e enunciada da seguinte maneira:
“Se uma reta é dividida em duas partes quaisquer, o quadrado sobre a
linha toda é igual aos quadrados sobre as duas partes, junto com duas vezes o
retângulo que as partes contêm”.
Euclides deixou registrado esse resultado pitagórico na proposição 4
do livro II de Os elementos e a prova é dada diretamente pela interpretação
geométrica da situação.
Na figura, “o quadrado sobre a linha toda” é o quadrado de ABDE, “os
quadrados sobre as duas partes” são os quadrados de áreas a² e b² (em azul) e “duas
vezes o retângulo que as partes contêm” são dois retângulos de área “ab” (em
verde).
FONTE : http://romirys.blogspot.com.br/2012/10/o-uso-das-figuras-geometricas-em.html
domingo, 21 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Piadas Matemáticas
O estudante, cansado de assistir aulas de Matemática, levanta a mão e confronta o professor:
- Eu acho que a gente nunca vai usar essas coisas na vida real.
O professor sorri e responde:
- É verdade, especialmente se a sua vida real não for nada mais que servir café na lanchonete.
Geometria Analítica: Circunferência Condições de tangência entre reta e circunferência Dados uma circunferência e um ponto P(x, y) do plano, temos: a) se P pertence à circunferência, então existe uma única reta tangente à circunferência por P b) se P é exterior à circunferência, então existem duas retas tangentes a ela por P c) se P é interior à circunferência, então não existe reta tangente à circunferência passando pelo ponto P
Geometria
Analítica: Circunferência
Fonte:http://www.somatematica.com.br/
Condições de tangência entre reta e
circunferênciaFonte:http://www.somatematica.com.br/
Dados uma circunferência
a) se P pertence à circunferência, então existe uma única reta tangente à circunferência por P
b) se P é exterior à
circunferência, então existem duas retas tangentes a ela por P

c) se P é interior à
circunferência, então não existe reta tangente à circunferência passando
pelo ponto P

Circunferência
Geometria
Analítica: Circunferência
Fonte:http://www.somatematica.com.br/
Posição de uma reta em
relação a uma circunferênciaFonte:http://www.somatematica.com.br/
Dadas uma reta s: Ax + Bx + C = 0 e uma circunferência
( x - a)2 + ( y - b)2 = r2, vamos examinar as posições relativas entre s e


(x - a)2 + ( y - b )2 = r2, temos:



Determinação do
centro e do raio da circunferência, dada a equação geral
Fonte: http://www.somatematica.com.br/
Fonte: http://www.somatematica.com.br/
Dada a
equação geral de uma circunferência, utilizamos o processo de fatoração de
trinômio quadrado perfeito para transformá-la na equação reduzida e , assim,
determinamos o centro e o raio da circunferência.
Para tanto, a
equação geral deve obedecer a duas condições:
-
os coeficientes dos termos x2 e y2 devem ser iguais a 1;
-
não deve existir o termo xy.
Então, vamos
determinar o centro e o raio da circunferência cuja equação geral é x2
+ y2 - 6x + 2y - 6 = 0.
Observando a
equação, vemos que ela obedece às duas condições. Assim:
-
1º passo: agrupamos os termos em x e os termos em y e isolamos o termo independente
x2 - 6x + _ + y2
+ 2y + _ = 6
-
2º passo: determinamos os termos que completam os quadrados perfeitos nas variáveis x e y, somando a ambos os membros as parcelas correspondentes

-
3º passo: fatoramos os trinômios quadrados perfeitos
( x - 3 ) 2 + ( y + 1 ) 2
= 16
-
4º passo: obtida a equação reduzida, determinamos o centro e o raio

Posição de um
ponto em relação a uma circunferência
Em
relação à circunferência de equação ( x - a )2 + ( y - b )2
= r2, o ponto P(m, n) pode ocupar as seguintes posições:
a) P é exterior à
circunferência
![]() |
![]() |
b) P pertence à circunferência
![]() |
![]() |
c) P é interior à
circunferência
![]() |
![]() |
- se ( m - a)2 + ( n - b)2 - r2 > 0, então P é exterior à circunferência;
- se ( m - a)2 + ( n - b)2 - r2 = 0, então P pertence à circunferência;
- se ( m - a)2 + ( n - b)2 - r2 < 0, então P é interior à circunferência.
Circunferência
Geometria
Analítica: Circunferência
Fonte: http://www.somatematica.com.br/
Fonte: http://www.somatematica.com.br/
Equações da circunferência
Equação reduzida
Circunferência é o conjunto de todos os pontos de um plano eqüidistantes de um ponto fixo, desse mesmo plano, denominado centro da circunferência:

Assim, sendo C(a, b) o
centro e P(x, y) um ponto qualquer da circunferência, a distância de C
a P(dCP) é o raio dessa circunferência. Então:


Portanto, (x - a)2
+ (y - b)2 =r2 é a equação reduzida da circunferência
e permite determinar os elementos essenciais para a construção da
circunferência: as coordenadas do centro e o raio.
Observação: Quando o centro da
circunfer6encia estiver na origem ( C(0,0)), a equação da circunferência
será x2 + y2 = r2 .
Equação geral
Desenvolvendo
a equação reduzida, obtemos a equação geral da circunferência:

Como exemplo, vamos
determinar a equação geral da circunferência de centro C(2, -3) e raio
r = 4.
A equação reduzida da
circunferência é:
( x - 2 )2 +( y + 3 )2
= 16
Desenvolvendo os quadrados dos
binômios, temos:
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